A energia é elemento estruturante para o desenvolvimento e transformação da humanidade. Mas o fato é que durante décadas utilizamos fontes provenientes de combustíveis fósseis e geramos resultados que impactaram negativamente o nosso Planeta.

Porém, a transição energética já é uma realidade mundial e o Brasil tem excelente vocação para liderar esse movimento.

Com o propósito de mudar a atual trajetória de degradação ambiental e promover um futuro onde sociedade e natureza vivam em harmonia, o WWF-Brasil convida você a embarcar nessa JORNADA para conhecer a realidade das fontes de energias renováveis e não renováveis no Brasil.

Faça parte dessa transição e inicie sua Jornada de conhecimento:

Conheça a MATRIZ ELÉTRICA do Brasil

SIGA/ANEEL 2022

Solar

renovável

Hídrica

renovável

Biomassa

renovável

Eólica

renovável

Ondas / Marés

renovável

Hidrogênio Verde

renovável

Resíduos

renovável

Petróleo

não renovável

Carvão

não renovável

Gás Natural

não renovável

Nuclear

não renovável

Estimativas de GEE por ciclo de vida das fontes de energia.

A unidade de grandeza das emissões de GEE por fonte já mostra o potencial poluidor de cada uma. Enquanto petróleo, carvão e gás natural emitem muitos quilos de CO2e para produzir 1kWh, a maioria das renováveis emitem menos de 100 gramas de CO2e/kWh.

Informe-se com conteúdos selecionados pelo WWF-Brasil.

Reunimos informações para compor uma visão panorâmica sobre a transição energética no Brasil.

Potencial dos sistemas fotovoltaicos flutuantes em corpos d'água artificiais no Brasil

Os sistemas fotovoltaicos flutuantes (FPVs) são uma tecnologia emergente onde os painéis solares são colocados na superfície da água. Este estudo, inédito no Brasil e publicado na conceituada revista Renewable Energy, mostra o potencial de geração somente em corpos d'água artificiais (reservatórios, lagos e lagoas), excluídas unidades de conservação. Os resultados mostram que mesmo que os FPVs cubram apenas 1% das áreas aptas identificadas, essa tecnologia pode produzir energia equivalente a quase 12,5% da geração elétrica nacional atual.

É possível ampliar as fontes renováveis de energia no Norte?

Estudo traz recomendações para leilões de energia renovável para atendimento a comunidades remotas da Amazônia

Represas na BAP: artigo discute a importância do monitoramento da legislação ambiental brasileira

O evento antrópico que mais tem chamado atenção nas últimas décadas é o movimento de expansão da exploração dos recursos hídricos da bacia para a geração de energia. Nos últimos anos a construção de represas na parte alta da Bacia do Alto rio Paraguai (BAP) está se proliferando, promovendo uma expressiva alteração dos sistemas hídricos e, em consequência, do funcionamento biológico natural do Pantanal. Atualmente são 52 usinas em operação, sete delas Usinas Hidrelétricas (UHE), 26 Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), e 19 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH). A presença de 52 represas num sistema como a BAP, já é um fato que exige muita atenção coordenada. Não fosse só os empreendimentos em operação, temos também, para agravar ainda mais a situação, os projetos em fase de construção e em fase de estudos. No total, são 101 projetos. Em poucas palavras, o impacto sobre o sistema hídrico, fauna e flora e populações humanas nativas, urbanas e rurais, já é significativo, com novas obras, ganhará uma escala muito maior.

O Brasil chega a 2021 com uma capacidade instalada de 174,9 GW em usinas para geração de energia elétrica.

Políticas Energéticas Regionais

A questão energética, e toda a infraestrutura que movimenta, deve ser um eixo transversal de planejamento público, cabendo a todas as instâncias de governo conhecer e se envolver na implementação das políticas públicas para o setor. Nesta publicação o WWF-Brasil, em parceria com o Instituto Energia e Desenvolvimento Sustentável (Inedes), traz dois guias para apoiar gestores municipais na internalização do uso de energias renováveis e eficiência energética com foco nas cidades. Modelos de leis e regras locais, além de conceitos e procedimentos para adoção de sistema de registro de preços e parcerias público privadas são apresentados de forma bem didática.

Perspectivas de Transição Energética Mundial: Caminho para 1,5°C

Esse relatório apresenta opções para limitar a temperatura global a 1,5°C e zerar as emissões líquidas até 2050 por meio de percepções sobre tecnologias, investimentos, políticas e impactos socioambientais com base nas metas estabelecidas no Acordo de Paris.

Participação de renováveis na matriz elétrica.

Transição energética no Brasil.

A agenda 2030 da ONU e a transição energética.

Plano Nacional de Energia 2050

Elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) a partir das diretrizes do Ministério de Minas e Energia (MME). Construído a partir das principais questões relevantes no horizonte, o PNE 2050 explora, por meio de cenários, os diversos aspectos da evolução do setor em uma perspectiva de múltiplas alterações na produção e uso de energia, comumente aglutinadas na chamada transição energética.

Quais os reais custos e benefícios das fontes de geração elétrica no Brasil?